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Sobre mim

O que eu faço

Eu trabalho com você para construir uma alimentação adequada e individualizada…

Sabe aquela segunda feira que você acorda disposta a fazer absolutamente tudo diferente na sua vida e na terça já está exausta e não consegue manter? Fazer dieta é isso. Eu não costumo trabalhar com dieta, porque elas têm uma taxa de falha de 95%, se você não tomaria uma medicação que só tem 5% de eficácia, então porque começar uma dieta?

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Alimentação possível

Mais importante que ter uma alimentação “perfeita” é fazer o possível pra você.

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Saúde em todos os tamanhos

 Todos corpos são válidos e merecem respeito e tratamento adequado.

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Consulta individualizada

Cada pessoa é única e merece ser valorizada na sua individualidade.

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Acolhimento e empatia

Toda história e toda dor merecem acolhimento e compaixão.

Minha História

Isabela da Cunha Mota
Nutricionista – CRN 19101380

Pós graduada em comportamento alimentar
Pós graduanda em saúde da mulher

Membra do Nutrição Contemporânea

Colaboradora do Nutrição fora da bolha

Colaboradora do Saúde GG

Por uma nutrição simplificada, com empatia e política...

Na minha construção profissional pensar em uma nutrição que volte as raízes, que pense em alimentos e não somente em nutrientes, me fez entender um pouco do valor e as simbologias que existem na comida e através dela.
O alimento só se torna comida quando tem significado! Comer é muito mais que se nutrir, comer ou não comer é muito mais do que “colocar energia pra dentro”, comer pode ser afeto, mas pode ser dor também, pode ser paz, mas também pode ser luta.
Por isso é preciso ter muito respeito, cuidado e empatia quando falamos em comida, porque o alimento neste contexto é tão importante quanto quem come e falar de nutrição e saúde sem entender com QUEM se fala não faz sentido.
Num contexto social onde pessoas escolhem passar fome por fins estéticos e outras tantas passam fome por falta de opção, é preciso que alimentação e nutrição são pautas políticas que precisam ser trazidas pro nosso dia a dia.
Por tudo isso, pensar em uma alimentação que seja possível e em uma atuação que respeite todas as pessoas, os corpos, as raças, os credos, as classes sociais, as orientações sexuais e identidades de gênero, faz tanto sentido pra mim.
Se fez sentido pra você também, vamos conversar?
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